19 setembro, 2026

Refletindo !

 



R E F L E T I N D O

 

O que transforma a gente?

Durante muito tempo pensei que fosse o tempo.

Hoje já não penso mais assim.

O tempo, por si só, apenas passa. Quem verdadeiramente nos transforma é a vida.

É ela quem, silenciosamente, vai esculpindo a nossa alma.

Somos moldados pelos encontros que nos aquecem e pelas despedidas que nos rasgam o coração.

Pelas alegrias que nos fazem sorrir sem perceber e pelas lágrimas que insistem em cair quando imaginávamos já não haver mais lágrimas para derramar.

A vida é uma escultora paciente.

Ela não trabalha com martelos de ferro, mas com ferramentas invisíveis.

Esculpe-nos com a saudade.

Com o amor.

Com as decepções.

Com as esperanças.

Com os sonhos que florescem.

E, também, com aqueles que nunca chegaram a acontecer.

Cada pessoa que entra em nossa existência deixa alguma marca.

Algumas permanecem por poucos dias, como uma brisa de primavera que refresca o rosto e segue adiante.

 Outras permanecem para sempre, mesmo quando já não estão fisicamente ao nosso lado.

Há pessoas que nos ensinam pelo carinho.

Outras, pela ausência.

Há quem nos transforme com um abraço.

E há quem nos transforme justamente porque um dia nos negou esse abraço.

Tudo deixa marcas.

Tudo ensina.

Tudo acrescenta.

A dor, por exemplo, nunca foi uma hóspede desejada. Ninguém acorda pedindo sofrimento.

Mas, curiosamente, são os períodos mais difíceis que nos obrigam a descobrir forças que nem imaginávamos possuir.

É nas noites mais escuras que aprendemos a procurar as estrelas.

É nas tempestades que descobrimos o valor dos abrigos.

É quando a saúde vacila que compreendemos o privilégio de simplesmente acordar bem, caminhar sem dor,

respirar profundamente e agradecer por mais um dia.

Com o passar dos anos, vamos percebendo que envelhecer não significa apenas somar aniversários.

Envelhecer é aprender.

É deixar de colecionar coisas para colecionar lembranças.

É compreender que o relógio mede as horas, mas jamais conseguirá medir o amor, a saudade, a esperança ou a gratidão.

Também descobrimos que quase nunca são as grandes conquistas que mudam uma vida.

Às vezes é uma conversa inesperada.

Um gesto de perdão.

Uma mão estendida.

Um livro.

Uma música.

Uma fotografia antiga.

Ou simplesmente uma janela aberta, diante da qual paramos por alguns minutos para observar a vida acontecendo

enquanto percebemos que também estamos sendo transformados por ela.

A verdadeira transformação acontece em silêncio.

Ela não faz anúncios.

Não pede aplausos.

Ela acontece dentro do coração.

Um dia percebemos que já não sentimos raiva como antes.

Que aprendemos a perdoar.

Que passamos a ouvir mais e julgar menos.

Que o orgulho perdeu espaço para a compreensão.

Que a pressa deu lugar à serenidade.

E então compreendemos que a vida cumpriu, discretamente, o seu papel.

Transformou-nos.

Talvez seja exatamente esse o sentido da nossa passagem por este mundo.

Não viver apenas para acumular bens, títulos ou reconhecimento.

Mas viver para nos tornarmos seres humanos melhores.

Mais sensíveis à dor do próximo.

Mais generosos nas palavras.

Mais humildes nas vitórias.

Mais fortes diante das dificuldades.

Mais agradecidos pelos pequenos milagres que acontecem todos os dias e que tantas vezes passam despercebidos.

No final da caminhada, ninguém será lembrado pelo tamanho da casa onde morou ou pelo automóvel que dirigiu.

Seremos lembrados pelo bem que fizemos.

Pelo amor que distribuímos.

Pela paz que deixamos.

Pelas mãos que seguramos quando alguém precisava de apoio.

Pelas lágrimas que enxugamos.

Pelas esperanças que ajudamos a manter vivas.

É isso que transforma a gente.

Não é o tempo.

É a forma como permitimos que a vida entre em nosso coração e faça dele um lugar mais iluminado.

E talvez seja essa a mais bela obra de Deus.

Transformar, pouco a pouco, a dureza em ternura, o orgulho em humildade, a dor em sabedoria e a existência em um permanente aprendizado de amor.

Porque, no fim de tudo, viver não é apenas atravessar os anos.

É permitir que cada amanhecer nos torne um pouco mais humanos do que fomos no dia anterior.

Espero que, ao terminar esta leitura, cada pessoa faça a mesma pergunta que fiz a mim mesmo:

 “A vida tem me endurecido… ou tem me tornado uma pessoa melhor?” Talvez seja nessa resposta que esteja a verdadeira transformação.

 

Text  by Paulo Ernesto Medeiros  / PEM

Photo by Helga

 

24 agosto, 2026

As Pessoas com quem convivemos !

 



AS PESSOAS COM QUEM CONVIVEMOS

 AS PESSOAS COM QUEM CONVIVEMOS E A ENERGIA QUE LEVAMOS PARA A VIDA!

Com o passar dos anos, fui compreendendo que uma das escolhas mais importantes que fazemos na vida é a escolha das pessoas com quem convivemos. Nem sempre podemos escolher todos aqueles que cruzam o nosso caminho, mas podemos decidir a quem abrimos as portas do nosso coração, com quem dividimos os nossos pensamentos e quem permitimos que permaneça mais próximo de nós.

Conviver com pessoas positivas, agradáveis, tranquilas e que sabem conversar é um verdadeiro presente. São pessoas que chegam e não pesam o ambiente. Elas sabem ouvir sem julgar, falar sem ferir, aconselhar sem impor e discordar sem transformar uma diferença de opinião em conflito. Sua presença acalma, sua palavra conforta e seu modo de agir nos faz sentir bem.

Existem pessoas que parecem trazer luz consigo. Não porque tenham uma vida perfeita ou porque estejam felizes o tempo inteiro, mas porque aprenderam a enfrentar as dificuldades sem espalhar amargura. Elas também têm seus problemas, suas dores e suas preocupações, mas não fazem desses sentimentos uma arma contra os outros. Ao contrário, procuram transmitir esperança, serenidade e confiança.

A ciência tem demonstrado que os nossos relacionamentos influenciam profundamente a saúde física e emocional. Uma boa convivência, o apoio social, o diálogo respeitoso e a sensação de pertencimento ajudam a diminuir os efeitos do estresse, fortalecem a nossa capacidade de enfrentar as dificuldades e contribuem para uma vida mais equilibrada. Aquilo que sentimos na companhia de alguém não fica apenas no pensamento: pode refletir-se no sono, no humor, na pressão arterial, no coração e até na disposição com que iniciamos um novo dia.

As emoções também são, de certa maneira, contagiosas. Quando convivemos constantemente com pessoas serenas, alegres e esperançosas, tendemos a absorver um pouco dessa maneira de olhar a vida. Da mesma forma, quando permanecemos cercados por reclamações, agressividade, pessimismo, intrigas e conflitos, podemos terminar o dia cansados, inquietos e emocionalmente esgotados, mesmo sem perceber exatamente o motivo.

Espiritualmente, acredito que cada pessoa transmite aquilo que cultiva dentro de si. Quem alimenta o amor oferece amor. Quem cultiva a paz transmite paz. Quem preserva a esperança leva esperança aos outros. Mas quem vive dominado pela raiva, pela inveja, pelo ressentimento ou pelo desejo constante de criar conflitos também acaba espalhando essa perturbação por onde passa.

Por isso, cuidar das pessoas que permitimos permanecer ao nosso redor também é uma forma de cuidar da nossa alma. Não se trata de abandonar alguém porque está passando por uma fase difícil. Todos nós temos dias ruins, momentos de tristeza e períodos em que precisamos de acolhimento. A verdadeira amizade permanece e estende a mão nesses momentos. Entretanto, existe uma grande diferença entre alguém que está sofrendo e precisa de apoio e alguém que, repetidamente, escolhe ferir, perturbar, manipular e retirar a paz dos outros.

Também não precisamos odiar ninguém para nos afastarmos. Podemos desejar o bem, perdoar e até fazer uma oração por determinada pessoa, mas compreender que a convivência próxima não nos faz bem. Às vezes, o afastamento não é falta de amor: é proteção. É reconhecer os nossos limites e preservar a tranquilidade que levamos tanto tempo para construir.

A paz interior é valiosa demais para ser entregue a qualquer pessoa. Precisamos aprender a estabelecer limites diante daqueles que chegam trazendo palavras agressivas, discussões desnecessárias, fofocas, pessimismo e energias negativas. Não devemos permitir que alguém transforme continuamente os nossos dias em um campo de batalha.

Ao mesmo tempo, precisamos olhar para nós mesmos e perguntar: que tipo de presença estamos sendo na vida dos outros? Quando chegamos, levamos paz ou inquietação? Nossas palavras confortam ou machucam? Sabemos ouvir? Respeitamos o silêncio e os sentimentos das pessoas? Transmitimos esperança ou passamos o tempo inteiro reclamando da vida?

Não basta procurar pessoas positivas; também precisamos ser uma delas.

Ser positivo não significa fingir que os problemas não existem. Significa enfrentá-los sem perder a fé. Significa reconhecer as dificuldades, mas continuar acreditando que haverá um caminho. É saber que a vida tem tempestades, porém não permitir que elas apaguem definitivamente a luz que existe dentro de nós.

Eu quero conviver com pessoas que saibam conversar, que tenham respeito, que gostem de sorrir e que tragam serenidade. Pessoas com quem seja possível dividir um café, uma lembrança, uma preocupação ou até alguns minutos de silêncio, sem constrangimento. Pessoas que não precisem diminuir ninguém para se sentirem maiores e que saibam celebrar a felicidade dos outros sem inveja.

Quero estar perto de quem me faz sentir mais leve e também desejo ser leve para quem estiver perto de mim. Quero levar uma palavra amiga, um abraço sincero, um pouco de esperança e tranquilidade. Afinal, não sabemos o tamanho da batalha que cada pessoa está enfrentando em silêncio.

A vida já nos apresenta dificuldades suficientes. Não precisamos escolher companhias que aumentem desnecessariamente o peso da caminhada. Que possamos caminhar ao lado de quem nos ajuda a enxergar a beleza dos dias, mesmo quando o céu está nublado; de quem fortalece a nossa fé e nos lembra de que sempre existe uma razão para continuar.

No final, a energia que oferecemos ao mundo retorna de muitas maneiras. Quem planta bondade encontra acolhimento. Quem oferece respeito constrói confiança. Quem transmite paz cria ao seu redor um lugar onde os corações podem descansar.

Que Deus nos conceda sabedoria para reconhecer as boas companhias, coragem para nos afastarmos daquilo que nos faz mal e humildade para examinarmos a energia que nós mesmos estamos transmitindo.

Que sejamos presença de luz, de esperança e de paz. E que, ao passarmos pela vida de alguém, deixemos essa pessoa um pouco mais feliz, mais tranquila e mais fortalecida do que estava antes de nos encontrar.

 

Text :Paulo Ernesto Medeiros PEM

Photo by Helga-Praia da Armação

07 agosto, 2026

A Idade em Que o Tempo Senta à Mesa .

 


A Idade em Que o Tempo Senta à Mesa.

 

Existe uma fase da vida em que o espelho começa a nos tratar com uma sinceridade quase ofensiva.

 

Os cabelos debandam discretamente. Os joelhos passam a emitir boletins sonoros. A memória, às vezes, resolve brincar de esconde-esconde justamente com o nome daquela pessoa que acabamos de encontrar no supermercado.

 

E há também o fenômeno mais cruel de todos: levantar da cadeira emitindo um “opa!” involuntário… como se a coluna precisasse de autorização verbal para funcionar.

 

Mas talvez exista uma beleza secreta nisso tudo.

 

Porque, enquanto o corpo vai lentamente negociando limites com o tempo, a alma — curiosamente — começa a ficar maior.

 

Mais generosa. Mais paciente. Mais humana.

 

Chega uma idade em que já não precisamos vencer discussões inúteis. Nem provar inteligência. Nem disputar importância. A vida finalmente nos ensina que certos troféus pesam mais do que valem.

 

Então começamos a trocar pressa por presença.

 E isso muda tudo.

 

O café deixa de ser apenas café. Vira cerimônia. Vira encontro. Vira desculpa para conversar sem relógio.

 As amizades antigas ganham um brilho raro.

  Porque sobreviveram às décadas, aos desencontros, às mudanças, às perdas, às teimosias e até às opiniões políticas — milagre estatisticamente improvável para homens acima dos setenta… especialmente em grupos de WhatsApp.

 

E o amor… Ah, o amor também muda.

 Já não precisa incendiar o mundo. Basta aquecer o coração.

 Às vezes ele chega na forma de uma mensagem simples: “Você está bem?”

  E pronto. Aquilo ilumina o dia inteiro.

 Descobrimos também que aventura, na maturidade, ganhou novos significados.

 

 Dormir a noite inteira sem acordar duas vezes para ir ao banheiro virou quase uma experiência transcendental. 

Encontrar um exame médico com todos os índices normais provoca emoção semelhante à conquista de uma Copa do Mundo.

E viajar sem esquecer os remédios já pode ser considerado um ato de ousadia internacional.

 

Mas existe algo profundamente épico em continuar vivendo com ternura apesar de tudo.

    Apesar das ausências.

    Apesar das despedidas.

  Apesar dos amigos que partiram cedo demais e deixaram cadeiras vazias em nossas mesas e silêncios difíceis de explicar.


 Ainda assim… continuamos marcando encontros.

  Planejando viagens. Rindo das mesmas histórias.

  Inventando motivos para celebrar aniversários.

  Plantando ipês brancos em algum canto da memória.

 

Talvez seja isso que sustenta o mundo sem que a gente perceba: homens e mulheres comuns insistindo delicadamente em continuar amando a vida.

 Porque envelhecer não é desaparecer.

 É diminuir o barulho externo para escutar melhor o essencial.

 

É descobrir que felicidade talvez nunca tenha sido uma linha de chegada. Era apenas aquela conversa boa depois do almoço… o telefonema inesperado… o abraço demorado… o amigo que ainda lembra do seu apelido de juventude… e a mesa onde alguém sempre guarda um lugar para você.


 No fim das contas, talvez a grande vitória da maturidade seja esta:

aprender que a vida não precisa mais correr.

 

Agora ela pode apenas… sentar conosco à mesa.

 

 

Text desconheço autor

Photo ( me) by Helga and AI effects


30 junho, 2026

A prece de uma mãe nunca é simples palavra lançada ao vento !

 


A prece de uma mãe nunca é simples palavra lançada ao vento

 

 

A prece de uma mãe nunca é simples palavra lançada ao vento. Ela nasce de regiões muito profundas do sentimento, onde o amor já não pede nada para si e se ajoelha inteiro pela vida de outro ser. Quando uma mãe ora, não fala somente com os lábios.

 

Fala com as vigílias que ninguém viu, com as lágrimas escondidas, com os medos silenciosos, com a esperança que resistiu até nos dias em que tudo parecia difícil demais. Sua oração carrega a força de um coração que aprendeu a amar antes mesmo de ser compreendido.

 

Talvez por isso a súplica materna possua tamanho poder. Não porque Deus faça distinção entre Seus filhos, mas porque o amor de mãe, quando elevado em prece, costuma vir sem cálculo, sem vaidade, sem interesse de posse.

 Vem banhado de renúncia, cuidado e entrega.

É pedido que sai ferido, mas limpo. É clamor que sobe tremendo, mas cheio de luz.

 E semelhante vibração, nascida do mais puro afeto, encontra sempre ressonância nas esferas da misericórdia divina.


 Muitas quedas foram interrompidas por uma oração assim. 

Muitas noites escuras receberam alívio sem que o filho soubesse de onde vinha.

 Muitas portas, que pareciam fechadas pelo sofrimento ou pela aflição, cederam diante da insistência amorosa de uma mãe de joelhos.


 Porque o céu escuta com ternura muito particular aquilo que sobe da alma materna quando ela pede proteção, amparo, discernimento e paz para aqueles que ama.

Nem sempre a resposta chegará na forma exata desejada. Nem sempre virá depressa. Ainda assim, nenhuma mãe que ora de verdade permanece sem ser ouvida.


Sua prece pode não livrar o filho de toda prova, mas alcança-lhe a alma, fortalece lhe os passos, inspira recursos invisíveis e espalha em torno dele uma proteção que o mundo não consegue medir.

 A oração de uma mãe é uma forma de amor que continua agindo mesmo no silêncio.

 E, quando tudo parece perdido aos olhos da Terra, quase sempre ainda existe, diante de Deus, uma mãe intercedendo com tanta verdade, que o impossível começa devagar a se curvar.

 

 

Text: desconheço autor

Photo  my son Luis Otavio   by Helga

 


12 junho, 2026

Dia dos Namorados /Brasil /12 Junho 2026

 


Dia dos Namorados /Brasil

 

Namore a vida !

Namore o dia !

Namore a sua paz !

Namore as suas escolhas !

Namore a sua casa !

Namore os sorrisos que te oferecem !

Namore os melhores olhares que você já recebeu !

Namore seus filhos !

Namore seus sonhos !

Namore sua família !

Namore a sua consciência por aceitar cada momento e superá-lo !

Namore as artes !

Namore a natureza !

Namore o seu querer e o seu “bem querer” !

Namore o ato de AMAR !

Namore seu namorado e se não tiver um, namore o amor que existe dentro de você independente a quem possa ou não estar na sua vida !

Olhe ao seu redor, busque pela reciprocidade, amadureça os seus relacionamentos e escolhas,

VIVA EM AMOR !

 

Text  : Marita Balbi

Photo by Helga and Zimmer

Dia dos Namorados /Brasil

12 de Junho 2026

 


08 junho, 2026

Quando se tem um amigo Poeta , Escritor nada é casual

 


Quando se tem um amigo Poeta , Escritor nada é casual

Paulo Ernesto Medeiros / Pem

 

Ontem vivi um daqueles momentos simples, mas que tornam a vida mais bonita.

Eu estava no Shopping Villa Romana, sentado tranquilamente tomando um café, quando tive a grata surpresa de encontrar minha querida amiga Helga e seu marido.

Confesso que a alegria foi muito grande. São esses encontros inesperados que nos fazem perceber como os laços de amizade são importantes e como é bom rever pessoas que guardamos com carinho no coração.

Conversamos por alguns instantes, trocamos algumas palavras e colocamos um pouco da conversa em dia. Infelizmente, o encontro foi rápido.

Eu estava sentado tomando meu café e não pude me levantar naquele momento, pois acabaria derramando tudo e transformando a cena em uma verdadeira confusão. Ficou, então, apenas o sorriso, o abraço através das palavras e a felicidade do reencontro.

Mas, às vezes, não é preciso muito tempo para aquecer o coração. Bastam alguns minutos, um cumprimento sincero e a alegria de saber que as pessoas que estimamos estão bem.

Voltei para casa pensando como a vida é feita desses pequenos presentes que surgem sem aviso. E encontrar amigos queridos é, sem dúvida, um dos mais belos deles.

Ao simpático casal , deixo o meu carinho e a minha alegria por esse encontro tão agradável.

Que possamos nos encontrar novamente, com mais tempo, para uma boa conversa e muitas recordações.

Um grande abraço e o meu carinho de sempre. 

Pem

 

Gratidão amigo por tuas palavras que alimentam o meu dia a dia  com poemas , crônicas, pensamentos (Facebook) neste webworld .

Sou mais feliz por ter um amigo Poeta,Escritor !

Helga Zimmermnann e família

Floripa Junho 2026

Photo  by Helga : Gov Pedro Hercílio da Luz 
Tio de meu amigo Pem
ou seja a Genialidade é uma característica familiar.